SSBG

Uma leitura visual do site atual, da identidade digital, da jornada completa, dos aprendizados da Eurosul e dos concorrentes, com plano de ação para tornar a presença da SSBG mais clara, confiável e orientada à cotação.

Identidade marítima UX/UI e conversão Benchmark visual Plano de design
24/45Score UX/CRO consolidado
3/7Experiência mobile auditada
13Ações priorizadas na matriz de design
Resumo executivo

A marca já parece forte. O site ainda demora a transformar força em decisão.

A SSBG comunica operação marítima robusta, presença internacional e repertório técnico. O ponto crítico é que o site ainda comunica amplitude antes de comunicar precisão operacional: risco de suprimento, prazo, documentação, item correto, cobertura em portos brasileiros e caminho de cotação.

Leitura principal

Identidade forte, promessa ampla

A base visual tem azul, laranja, navios, porto, certificações e logos. Falta transformar esses ativos em uma promessa mais específica para ship supply internacional no Brasil.

Decisão

Otimizar antes de refazer

O site atual é aproveitável. O ganho está em hierarquia, consistência de identidade, CTA de RFQ, formulário, redução de duplicações, acessibilidade e validação de claims.

Atrito

Formulário tardio e genérico

A cotação aparece por volta de 6.682px no mobile e 5.580px no desktop, sem qualificar porto, ETA, navio, categoria, urgência ou lista técnica.

Benchmark

Eurosul inspira concretude técnica

A referência útil está em produto real, categoria, nome técnico, certificação e caminho de orçamento, sem transformar a SSBG em e-commerce.

Direção central

Posicionar a identidade digital como confiança operacional para navios estrangeiros no Brasil: uma presença que reduz risco de suprimento, atraso, item errado, documentação incompleta e fornecedor improvisado.

Entrada desktop da SSBG
Desktop: porto, selo, CTAs e certificações aparecem como sinais de escala e reputação.
Entrada mobile da SSBG
Mobile: impacto visual forte, mas com competição entre logo, selo, título principal, CTA e selos.

A auditoria parte da presença visual e avança pela jornada completa.

A página já parece marítima e confiável. O ajuste é organizar a experiência para que o comprador encontre território, prova, categorias, processo, acessibilidade e caminho de cotação sem ruído.

Achado fiel à auditoria A identidade tem bons ativos, mas o site comunica amplitude antes de comunicar precisão operacional.
Implicação para design Os ativos visuais precisam virar prova: porto, entrega, documentação, categoria, suporte e caminho de cotação.
Decisão recomendada Otimizar a base atual antes de refazer tudo, porque a presença visual já é aproveitável.

Fontes: auditoria do site, benchmark Eurosul e concorrentes e plano de ação de design.

Identidade da marca

A marca se apresenta de forma forte, marítima e confiável.

A identidade atual da SSBG combina porto, azul institucional, laranja de ação, selos e sinais de reputação. A análise não pede trocar essa base; pede disciplinar a hierarquia para que os ativos trabalhem a favor da cotação.

Presença visual da SSBG com porto, logo, chamada principal, CTAs e certificações
Território marítimo claro, aparência institucional e muitos sinais de confiança disputando a leitura inicial.

Leitura da identidade da marca.

A marca sustenta a leitura de empresa estabelecida, mas alterna entre três direções: institucional marítima, catálogo de produtos e template corporativo genérico. A força existe; falta lapidação visual para orientar decisão.

Força atual Setor marítimo reconhecível, escala, experiência, alcance internacional e aparência de empresa estabelecida.
Ruído atual Imagens, selos, claims, cards e estilos diferentes ainda disputam atenção em vez de formar uma narrativa única.
Direção de design Usar o visual como prova operacional: atendimento, produtos, portos, documentação, suporte e categorias.
Logotipo

Tradição marítima

O selo circular comunica universo náutico e arquitetura de grupo, mas precisa ser usado com mais controle para não competir com mensagem e ação.

Paleta

Confiança e urgência

Azul escuro, azul vivo e laranja fazem sentido para o setor. O laranja deve ser ajustado para contraste quando funcionar como botão.

Imagens

Operação desigual

Portos, navios, tripulação, produtos e equipamentos são pertinentes, mas misturam linguagem operacional com imagens genéricas.

Provas

Claims pedem contexto

IMPA, MESPAS, ProcureShip, TradeNet, clientes, anos de experiência, catálogo e bases precisam de explicação e validação.

Fonte: auditoria-site-shipssupply-ux-ui.md.

Análise do site

A jornada tem bons ativos, mas ainda não organiza decisão, prova e cotação.

O ICP internacional precisa confirmar rapidamente se a SSBG atende navios estrangeiros em portos brasileiros, quais categorias resolve, como pedir cotação, quais provas reduzem risco operacional e se está falando com uma operação pronta para urgência.

Experiência mobile3/7
Experiência desktop3/5
Formulário de conversão2/5
Hierarquia visual14/25
Tese de conversão

O comprador compra redução de risco

O valor não é apenas comprar suprimentos, mas evitar atraso, item errado, documentação incompleta, fornecedor improvisado e falha de compliance.

CTA e toque

Botões precisam de mais rigor mobile

CTAs medidos com cerca de 39px de altura. A meta mínima de toque é 44px, com contraste mais seguro no laranja.

RFQ

A cotação aparece tarde

O formulário surge por volta de 6.682px no mobile e 5.580px no desktop, quando deveria existir um RFQ curto perto do topo.

Pergunta 1

Atende navios estrangeiros no Brasil?

Essa resposta precisa aparecer com mais clareza, porque o site ainda abre com mensagens amplas de excelência e soluções marítimas.

Pergunta 2

Quais categorias resolve?

O usuário encontra variedade, mas precisa de agrupamento comercial mais objetivo: provisions, bonded, deck, engine, cabin, safety e suporte portuário.

Pergunta 3

Como pedir cotação rapidamente?

O caminho atual exige rolagem longa. A auditoria recomenda um RFQ curto e um caminho para envio de lista técnica.

Produtos e serviços

Amplitude sem decisão clara

A variedade é positiva, mas o carrossel, a repetição de categorias e a mistura entre produto, serviço e agência tornam a escolha menos direta para procurement.

Catálogo digital

Ferramenta útil, posição sensível

O catálogo ajuda quem já sabe o que procura, mas deve apoiar o envio de lista e a cotação, não competir com o RFQ.

About

Experiência forte com inconsistência

`30+ Years Working Experience` e `35 years` aparecem como provas relevantes, mas precisam ser padronizadas após validação.

Prova operacional

Ativos fortes precisam de contexto

Certificações, cobertura, suporte 24/7, clientes e claims ganham força quando explicam risco reduzido, prazo, documentação e capacidade.

Provisions

Clareza de oferta com ajuste visual

O bloco de alimentos é fácil de entender, mas precisa se conectar melhor a operação de bordo, embalagem, entrega no cais e janela de entrega.

Clientes e parceiros

Confiança sem contexto suficiente

Logos globais ajudam, desde que haja autorização de uso e uma camada discreta sobre tipo de operação atendida.

CTA intermediário

Velocidade e compliance aparecem tarde

`360° Maritime Solutions with Speed & Compliance` é alinhado à tese, mas deveria funcionar como ponte para RFQ e não só para certificações.

Formulário

Limpo, porém genérico

Nome, telefone, e-mail, assunto e mensagem não bastam para ship supply. Faltam empresa, navio/IMO, porto, ETA, categoria, urgência e lista.

Estrutura técnica

Ruído semântico e peso visual

Headings repetidos, imagens sem alt e recursos pesados reforçam a necessidade de organização, acessibilidade e otimização de imagens.

A página completa mostra por que o problema é priorização, não falta de conteúdo.

A auditoria registra muitos ativos úteis no site: serviços, catálogo, provisions, benefícios, vantagens operacionais, certificações, clientes e contato. O ponto de design é encurtar o caminho entre intenção, confiança e cotação.

Mobile: 3/7 Botões próximos do limite, entrada carregada e formulário depois de uma rolagem longa.
Desktop: 3/5 O cenário portuário ajuda a percepção de escala, mas a hierarquia divide atenção com selo, slider, botões e certificações.
Página completa A página tem muitos blocos úteis, mas repete serviços, benefícios e títulos, criando custo cognitivo.
Trecho do site SSBG com catálogo digital e chamada de produtos
Catálogo digital: útil para quem já tem demanda clara, mas precisa apoiar o envio de lista e a cotação.
Jornada mobile da página SSBG
Mobile: a jornada reúne serviços, catálogo, provas, clientes e contato, mas o caminho de cotação aparece tarde.

Fonte: auditoria-site-shipssupply-ux-ui.md.

Diagnóstico de conversão

Os maiores custos de conversão estão em clareza, prova e caminho de cotação.

01

Entrada genérica para o ICP internacional

O início da experiência vende excelência ampla, não redução de risco em portos brasileiros para navios estrangeiros.

02

Identidade visual pouco disciplinada

Selos, imagens, claims e estilos diferentes competem entre si em vez de construir uma narrativa única.

03

Formulário tardio e genérico

O formulário não qualifica porto, ETA, navio, categoria, urgência ou lista técnica logo no início da jornada.

04

Excesso de repetição

Headings, serviços duplicados e benefícios repetidos tornam a página mais pesada cognitivamente.

05

Claims fortes sem validação aparente

Provas como prazo, catálogo, bases e anos de experiência precisam de consistência antes de virar argumento central.

Ajuste de design

Prova operacional mais perto do topo

Cobertura, documentação, entrega port-ready e coordenação 24/7 devem aparecer antes da navegação longa.

Jornada mobile da SSBG
Mobile auditado: marca robusta, mas proposta específica, RFQ e formulário ainda aparecem com pouca prioridade na jornada.
CTA e contraste `CONTACT US` passa com 8.42:1, `Send` passa com 6.22:1 e `SEE SERVICES` em laranja com texto branco falha para texto normal com 2.47:1.
Formulário O formulário atual coleta dados genéricos e não antecipa campos operacionais como porto, ETA, navio, categoria e urgência.
Acessibilidade aparente O levantamento encontrou 104 headings visíveis no mobile, 103 no desktop e imagens visíveis sem alt, reforçando a necessidade de organização semântica.
Performance aparente Mobile com 121 recursos, 30 scripts e 34 imagens; desktop com 123 recursos, 30 scripts e 36 imagens. O risco está em imagens grandes e múltiplos fundos/slides.
Score geral

24/45

O resultado consolidado indica otimização necessária antes de mídia forte.

Headings repetidos

Ruído semântico

`Technical Services`, `Maintenance & Preservation`, `Supplies & Logistics`, `Global Coverage` e outros aparecem repetidos.

Claims encontrados

Validar antes de ampliar

`98% on-time`, `50,000+ item catalog`, `35 years`, `30+ years`, `12 strategic bases`, IMPA e 24/7 precisam de contexto.

Recursos pesados

Entrada e fundos visuais

Foram registrados arquivos grandes, incluindo uma imagem acima de 4 MB e imagens de apoio acima de 1 MB.

Fonte: auditoria-site-shipssupply-ux-ui.md.

Referência visual

A Eurosul ensina concretude técnica: produto, categoria, certificação e orçamento.

A Eurosul deve ser tratada como referência de produto, catálogo, salvatagem, certificação e clareza técnica. Ela organiza itens marítimos, mostra produtos reais, destaca marcas, trabalha categorias e cria caminhos de orçamento.

Aprender

  • Produto real gera confiança técnica.
  • Nome técnico reduz ambiguidade.
  • Categoria precisa ter caminho de compra.
  • “Não encontrou o que precisa?” funciona para demanda long tail.
  • Certificação precisa aparecer junto do produto quando houver lastro validado.

Não copiar

  • Paleta vermelha.
  • Lógica de loja/e-commerce.
  • Produto isolado sem contexto de bordo ou porto.
  • Comunicação B2C para buyer internacional.
Entrada visual do site da Eurosul
Eurosul: presença comercial mais objetiva, com busca, categorias, marcas, certificações e caminhos de orçamento.
Página de categoria salvatagem da Eurosul com grid de produtos
Catálogo técnico: salvatagem, pirotécnicos, comunicação, helideck, combate a incêndio e navegação mostram como item real reduz ambiguidade.
Aplicação SSBG

Categoria com lógica de compra

Provisions, bonded stores, deck, engine, cabin, safety, technical stores e port support precisam conduzir para RFQ ou envio de lista.

Aplicação SSBG

Produto em contexto operacional

Produto isolado funciona no catálogo, mas para a SSBG deve ser conectado a bordo, porto, prazo, documentação e disponibilidade.

Limite da referência

Não virar loja

A SSBG vende solução operacional e redução de risco; o catálogo deve apoiar a confiança técnica, não substituir o processo de cotação.

Fonte: benchmark-eurosul-concorrentes.md.

Concorrentes e benchmarks

O mercado promete rapidez, qualidade e cobertura. A SSBG precisa provar operação.

Nos concorrentes, o padrão é recorrente: confiança, velocidade, qualidade, cobertura, 24/7 e variedade. A SSBG não deve repetir essas palavras como eixo principal; precisa combinar território claro, prova operacional, documentação, categorias e RFQ qualificado.

Home da WJG Ship Chandler

WJG: clareza na entrada

`Reliable partner in Brazilian ports`, lista de portos e `Send RFQ` reduzem dúvida inicial. O cuidado é não simplificar a ponto de parecer pouco premium.

Página da AVS Global Supply Brazil

AVS: linguagem global e técnica

Páginas por país/porto, compliance, documentação, padrões internacionais, formulário lateral e mapa ajudam a consideração. O risco é densidade demais.

Página de ship chandling da GAC

GAC: operação real como autoridade

Imagem operacional real, arquitetura por Shipping, Logistics e Sectors e CTA `Make an enquiry` transmitem segurança. O cuidado é não diluir ship supply.

Home da Boa Praça Wrist

Boa Praça / Wrist: tradição e escala

Tradição, escala, integração com rede global, portos, bases, equipe e frota são provas fortes quando validadas.

Home da SMCP Brasil

SMCP: promessa simples

Qualidade, confiabilidade, eficiência, 24/7, ISO e CTA de cotação ajudam. O risco é soar igual ao mercado sem prova concreta.

Home da NAVSUPPLY

NAVSUPPLY: categoria e impacto visual

Visual marítimo forte, categorias, alimentos/suprimentos, logos e presença social ajudam. O cuidado é não posicionar por menor custo.

Home da Ita Supply

Ita Supply: recorte territorial

Recorte Norte/Amazônia, logística local, métricas e clientes podem ajudar quando há base, período e método.

Home da Brasil Group Ship Suppliers

BrasilGSS: simplicidade de categoria

A promessa direta de atendimento no Brasil ajuda a leitura. O risco é parecer simples demais para um comprador premium.

Home da Tropical Ship Supply

Tropical: conteúdo educativo

Conteúdo sobre portos, compliance, sustentabilidade e logística pode formar autoridade, desde que leve a uma ação comercial clara.

Home da Marex Ship Supply

Marex: diferenciação com lastro

Sustentabilidade, `Fast and reliable`, FAQ operacional e recorte regional podem diferenciar, mas só funcionam com prova real e método.

Home da Sul Marine Supply

Sul Marine: histórico e contato cedo

Tradição familiar, histórico local, recorte por portos do Sul e contato cedo reduzem fricção. O risco é excesso institucional e visual datado.

Aprender

Território e caminho de compra

Página por país/porto, lista de portos, CTA de RFQ, formulário lateral e mapa ajudam o comprador a entender cobertura e próximo passo.

Aprender

Prova operacional

Portos, bases, equipe, frota, compliance, documentação, diretórios, clientes e imagem operacional real funcionam quando são validados.

Aprender

Categoria escaneável

Cards de core services, lista de serviços clássicos, suprimentos e categorias simples ajudam o usuário a decidir rápido.

Não fazer

Virar fórmula do setor

Evitar “quality, reliability and efficiency”, “fast and reliable”, “for all needs” e “global coverage” sem método ou prova.

Não fazer

Prometer escala sem governança

Não comunicar “all ports”, cobertura total, pontualidade ou sustentabilidade como eixo central sem base, período e validação.

Síntese

A diferenciação precisa ser concreta

A SSBG deve provar operação no Brasil para navios estrangeiros com categorias, documentação, cobertura, processo e RFQ estruturado.

O que evitar

Guerra de preço, claims sem validação, promessa ampla de cobertura total sem governança, visual genérico de banco de imagem, conteúdo institucional demais e densidade técnica que atrapalha a leitura rápida.

Fonte: benchmark-eurosul-concorrentes.md.

Plano de design

O plano começa pelo que muda percepção e conversão sem refazer tudo.

A decisão do plano é otimizar o site atual antes de refazer do zero. A prioridade é disciplinar identidade, hierarquia, prova operacional, formulário de RFQ e organização das categorias.

P1

Entrada do site

Território marítimo, operação no Brasil, prova e caminho de RFQ em uma leitura mais limpa, com menos competição visual.

P1

Ações, RFQ e formulário

RFQ curto próximo ao topo, com campos mínimos para qualificação operacional.

P1

Sistema visual

Cores, botões, selos, cards, ícones e imagens com padrão consistente.

P2

Catálogo técnico

Produto e categoria como prova de capacidade, sem virar e-commerce genérico.

Ordem 1

Confiança e cotação antes da navegação longa

Entrada com território claro e RFQ, bloco curto de prova operacional, categorias prioritárias, processo de cotação e RFQ curto.

Ordem 2

Conteúdo técnico depois da decisão inicial

Catálogo e produtos, certificações, diretórios, clientes, cobertura e portos entram para sustentar a confiança já orientada.

Ordem 3

Institucional reduzido e contato completo

Conteúdo institucional deve ser menor e o formulário completo fica no final, como apoio ao RFQ antecipado.

Fase 1

Fundamento visual e entrada do site

Redesenhar hierarquia, composição mobile-first, ação primária de RFQ, selos fora do centro de atenção e fundo marítimo com leitura limpa.

Fase 2

Sistema visual do site

Padronizar paleta, botões, selos, cards, ícones e padrão de imagem para a marca parecer uma única operação premium e técnica.

Fase 3

Arquitetura da página e redução de ruído

Reordenar blocos, reduzir duplicações de títulos e serviços, e organizar categorias comerciais prioritárias.

Fase 4

RFQ e conversão

Adicionar cotação curta, manter formulário completo no final e usar WhatsApp como apoio, não como único caminho.

Fase 5

Prova operacional e conteúdo visual

Subir cobertura, documentação, port-ready delivery, coordenação 24/7, clientes, processo e shot list de operação real.

Fase 6

Camada de catálogo técnico

Usar cards de categoria, exemplos concretos, ações por categoria e certificações validadas em itens regulados.

Fase 7

Preparação para mídia e landing pages

Separar site institucional otimizado de páginas como `Ship Supplier in Brazil`, portos prioritários, parceiros e campanhas por intenção.

Entrada desktop da SSBG usada como base para o plano
Ponto de partida: a base atual tem presença marítima, mas precisa de hierarquia mais limpa.
Referência de catálogo técnico da Eurosul
Camada de catálogo: produto e categoria entram como prova técnica, não como loja genérica.

O plano conecta o site atual com os aprendizados do benchmark.

A prioridade é mexer primeiro na estrutura visual que muda percepção e conversão: entrada do site, RFQ, prova operacional, sistema visual, categorias e conteúdo técnico.

Fase 1 e 2 Entrada do site, botões, selos, ícones, imagens, paleta e hierarquia precisam resolver a percepção antes de qualquer landing nova.
Fase 4 RFQ curto perto do topo com empresa, e-mail corporativo, navio/IMO, porto brasileiro, ETA, categoria, urgência e lista.
Fase 5 e 6 Prova operacional e catálogo técnico devem responder dúvidas de prazo, qualidade, documentação, cobertura, capacidade e disponibilidade.

Fonte: plano-de-acao-design-ssbg.md.

Fechamento

A direção não é parecer maior. É parecer mais confiável no momento da cotação.

A SSBG já tem presença marítima e ativos de reputação. O próximo salto visual é transformar esses ativos em prova organizada: operação, porto, documentação, categoria e caminho de RFQ.

Decisão de design

Otimizar o site atual, disciplinar a identidade e preparar landings por intenção depois que a base estiver clara.

Critério de conclusão

Em poucos segundos, o comprador entende que a SSBG reduz risco de suprimento para navios estrangeiros em portos brasileiros.

Risco visual a controlar

Não apoiar a comunicação em claims fortes sem validação documental, nem em imagens genéricas quando a confiança depende da operação real.

Fontes: auditoria do site, benchmark visual e plano de ação.